Museus, Casas de Cultura, Memoriais e Monumentos

Santa Catarina foi colonizada por povos de diferentes etnias, passou por invasões, revoltas e revoluções separatistas. A rica memória catarinense é preservada pelo acervo de seus museus, casas de cultura, memoriais, monumentos. Utensílios domésticos, ferramentas de trabalho, móveis, vestimentas, armas, fotografias e documentos são algumas das relíquias que rememoram fatos e momentos históricos. O estado também possui centros de paleontologia e observatórios astronômicos para visitação em algumas cidades.

Caminho dos Príncipes

Corupá


Museu Ir. Luiz Gartner
Um dos museus mais antigos do estado de SC, conta com duas exposição permanentes - taxidermia (animais empalhados) - que constitui-se numa coleção de aves, répteis, anfíbios, mamíferos e peixes, que mostram a diversidade natural da região. E a histórica, constituída de 04 módulos, que contam a história da Congregação e seu fundador, Pe. Dehon, da construção do Seminário, da Escola Apostólica e o que o Seminário é atualmente, um Recanto de Paz. No decorrer do ano, também abriga exposições temporárias (conferir programação).
Horário de funcionamento: Aos domingos das 10:30h às 12h e das 12:30h às 17h. De terça-feira a sábado mediante agendamento prévio de 2 dias.
Fone:: (47) 3375-2083
Endereço: Rua Padre Gabriel Lux, 900 – Seminário.
E-mail: museu@seminariodecorupa.com.br
Site: www.seminariodecorupa.com.br https://www.facebook.com/museuirluiz.godofredogartner


Araquari


Memorial do Descobrimento
Uma réplica em tamanho natural da nau Espera (da esquadra de Pedro Álvares Cabral) e a reprodução de uma aldeia indígena são algumas das atrações desse parque temático. O visitante também pode fazer passeios de pedalinho e trilhas ecológicas em áreas onde ainda se encontram exemplares de Pau-Brasil. Novembro a março, diariamente, 9h às 17h45; demais meses, diariamente, 8h30 às 17h30.
BR-101, Km 71.
Fone: (47) 3447-7100
www.postosinuelo.com.br/memorial

 


Campo Alegre


Museu Sto Lat
Preserva fósseis, artefatos indígenas, antigas ferramentas usadas no campo e no garimpo de ouro, além de outros objetos, fotos e documentos referentes à história do município. Agendar visita.
Rod. Municipal Leopoldo Grosskopf, s/n, Bateias de Baixo.
Fone: (47) 3632-7053.


Guaramirim


Estação Rodoferroviária
A antiga estação ferroviária, de arquitetura modernista, hoje se encontra integrada à rodoviária da cidade. Na Praça dos Expedicionários, anexa ao local, há um monumento aos guaramirenses que participaram da II Guerra Mundial.
Rua 28 de Agosto, 2.334, Centro.
Fone: (47) 3373-1742.


Jaraguá do Sul


Casa do Colonizador/Museu do Imigrante
O museu, que retrata a rotina dos primeiros colonizadores, está instalado em casa de estilo enxaimel construída no início do século XX. Há também um posto de informações turísticas no local. Segunda a sexta, 8h às 19h; sábado e feriados, 9h às 15h.
Av. Pref. Waldemar Grubba, 1.811, Vila Lalau.
Fone: (47) 3275-2146.

Museu Histórico Municipal Emílio Silva
Conserva objetos, fotos e móveis dos pioneiros colonizadores. Está instalado no antigo prédio da Prefeitura, de 1941, anexo ao Museu do Expedicionário. Terça a sexta, 8h às 11h30 e 13h30 às 16h30; sábado, 9h às 12h; domingo, 15h às 18h.
Av. Mal. Deodoro da Fonseca, 247, Centro.
Fone: (47) 3371-8346.

Museu di Ferramenta d’Affari dei Nonni
Preserva fotos, documentos, equipamentos e móveis dos imigrantes italianos. Diariamente, 8h às 12h; a tarde com agendamento.
Rua Carlos Frederico Ramthum, 17.182, Santa Luzia.
Fone: (47) 3274-8024.

Museu Wolfgang Weege

Objetos e artefatos do século XIX (gramofones, máquinas de costura, instrumentos musicais) compõe um acervo com mais de 1.700 peças. Diariamente, 7h30 às 17h.
Rua Wolfgang Weege, 770, Parque Malwee.
Fone: (47) 3376-0114
www.malwee.com.br/parque

Museu Weg
Conta a trajetória da empresa, antigamente sediada neste mesmo prédio. Segunda, terça, quinta e sexta, 9h às 11h30 e 13h30 às 16h30; quarta, 9h às 11h30 e 13h30 às 20; sábado, 9h às 11h30; domingo, 15h às 17h.
Av. Getúlio Vargas, 667, Centro.
Fone: (47) 3276-4550
www.museuweg.com.br


Estações Ferroviárias

A Biblioteca Pública Municipal, a Fundação Cultural e o Museu da Paz (com acervo referente à II Guerra Mundial) funcionam nas antigas estações ferroviárias de Jaraguá do Sul, atualmente restauradas. Museu da Paz: segunda a sexta, 8h às 11h30 e 13h às 17h.
Av. Getúlio Vargas, 405, Centro.
Fone: (47) 2106-8700.


Joinville


Museu Nacional de Imigração e Colonização

Está instalado em edificação tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Preserva mais de 5 mil peças referentes à colonização do município, incluindo a Casa Enxaimel (1905), que reproduz externa e internamente uma típica construção alemã do início do século XX. Terça a sexta, 9h às 17h; sábado, domingo e feriados, 12h às 18h.
Rua Rio Branco, 229, Centro. Em frente à Rua das Palmeiras.
Fone: (47) 3433-3736.


Museu de Arte de Joinville


Recebe exposições temporárias e tem acervo permanente com pinturas, esculturas e gravuras de artistas locais e nacionais. A edificação é tombada pelo Patrimônio Histórico do Estado. Terça a sexta, 9h às 17h; sábado, domingo e feriados, 12h às 18h.

Rua XV de Novembro, 1.383, América.
Fone: (47) 3433-4677
www.joinvillecultural.sc.gov.br

museudeartedejoinville.blogspot.com


Museu Casa Fritz Alt
Abriga mais de 30 esculturas do artista e peças de seu antigo ateliê, além de estar instalado na casa em que ele residia. Segunda a sexta, 8h às 14h; sábado, domingo e feriados, com agendamento.
Rua Albé, s/n, Boa Vista.
Fone: (47) 3433-3811

www.joinvillecultural.sc.gov.br


Museu Arqueológico de Sambaqui
Cerca de 12 mil peças arqueológicas estão em exibição. Terça a sexta, 9h às 17h; sábado, domingo e feriados, 12h às 18h.

Rua Dona Francisca, 600, Centro.
Fone: (47) 3433-0114
www.museusambaqui.sc.gov.br


Museu de Fundição
Apresenta a trajetória da indústria e da metalurgia joinvillenses.
Rua Albano Schmidt, 3.333, Boa Vista.
Fechado para reforma. Fone: (47) 3461-0289.


Museu Nacional do Bombeiro
Possui 170 peças, com destaque para um caminhão de 1923 usado no combate ao fogo e para uma bomba manual de 1892. É o único espaço dedicado à preservação da história dessa atividade no país. Diariamente, 8h às 11h e 13h às 17h.
Rua Jaguaruna, 13, Centro.
Fone: (47) 3431-1112
www.cbvj.com.br


Centro Cultural Deutsche Schule
Instalado em prédio histórico. Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h30 às 117h30, com agendamento.
Rua Princesa Isabel, 438, Centro.
Fone: (47) 3026-8037

www.ielusc.br


Cemitério do Imigrante e Casa da Memória
Segunda a sexta, 9h às 12h e 13h30 às 17h30.
Rua XV de Novembro, 978, América.
Fone: (47) 3433-3732.


Casa da Cultura
Segunda a sexta, 8h às 20h.
Rua Dona Francisca, 364, Centro.
Fone: (47) 3433-2266
www.joinvillecultural.sc.gov.br


Arquivo Histórico
Segunda a sexta, 8h às 18h.
Av. Hermann August Lepper, 650, Saguaçu.
Fone: (47) 3422-2154.


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Instituto Internacional Juarez Machado
O Instituto surgiu para ser um lugar em que todas pessoas possam ter acesso à trajetória e acervo do artista plástico, e onde também possam contemplar o universo das artes, através de exposições e intercâmbios. Localizado na antiga casa da família onde cresceu em Joinville, o Instituto Internacional Juarez Machado possui um amplo pavilhão expositivo, jardins repletos de flores, biblioteca artística e um novo pavilhão em fase de implantação. Mais do que um grande centro de artes, cultura e educação, é a extensão da vida e obra de Juarez Machado. 
Endereço: Rua Lages, 994, Joinville, Santa Catarina 89204-010, Brasil
Número de telefone: 47 3033-3036
www.institutojuarezmachado.com.br/
Horários: Terça à sábado das 10h às 19h, domingo das 15h às 19h.


Rio Negrinho


Casarão Zipperer/Museu Carlos Lampe

A edificação de 1924 é tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual e abriga acervo que conta a trajetória dos pioneiros da cidade e de todo o seu desenvolvimento posterior. Recebe grupos de até 50 pessoas, com agendamento. Terça a sexta, 9h às 11h30 e 13h às 17h30; sábado, 9h às 13h; domingo e feriados, 13h30 às 17h30.
Rua Carlos Weber, 150, Centro.
Fone: (47) 3644-5513.


São Bento do Sul


Museu Municipal Dr. Felippe Maria Wolff


Sediado em uma casa tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, construída em 1880 para residência do primeiro médico da cidade, que legou seu nome para a Instituição, o Museu Histórico Municipal Dr. Felippe Maria Wolff mantém um acervo de mais de 2000 peças referentes à História de São Bento do Sul.
Inaugurado em 1971, o Museu realiza visitas mediadas e atividades em escolas, visando não somente preservar, como divulgar a história de nossa cidade através de objetos.
Seu acervo guarda desde ferramentas utilizadas no trabalho com a madeira nos primórdios da cidade, até instrumentos agrícolas, louças, móveis, armas, utensílios e instrumentos musicais trazidos pelos imigrantes vindos da Europa, ou fabricados no Brasil, utilizadas por habitantes de São Bento do Sul e posteriormente doados ao Museu.
As visitas mediadas devem ser preferencialmente agendadas pelo (47) 3633-5924.
Atendimento: de terça a sexta-feira, das 8h às 18h (sem fechar para o almoço), sábados, domingos e feriados, das 9h às 12h e das 14h às 18h. (Entrada Gratuita)

Avenida Argolo, 245 - Centro - São Bento do Sul - SC CEP: 89280-064
Fone: (47) 3633-5924
Blog: http://museudrfelippewolff.blogspot.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/museufelippe.wolff

 

Museu Augusto Emílio Klimmek
Conta a história das Indústrias Condor (maior fabricante de produtos de higiene, beleza, limpeza e pintura da América Latina) e de seu fundador. Agendar visita.
Rua Augusto Klimmek, 325, Centro.
Fone: (47) 3631-2000
www.condor.ind.br

 


São Francisco do Sul




Museu Nacional do Mar
O Museu Nacional do Mar pode ser compreendido como um território para salvaguarda do patrimônio naval brasileiro. Criado no ano de 1922, com o objetivo de reunir acervo de embarcações representativas da diversidade do patrimônio naval brasileiro, o Museu Nacional do Mar está instalado nos antigos armazéns da extinta Companhia de Navegação Hoepcke, onde é possível ainda visualizar os antigos trilhos para vagonetes que ligavam os amplos galpões aos trapiches que serviam ao atracamento de navios.
A construção ainda hoje está em sintonia com o mar à beira da bela Baia da Babitonga, na cidade de São Francisco do Sul. No passado, os armazéns guardavam erva-mate, sal e outros produtos. Presenciavam a circulação de inúmeros trabalhadores, passageiros e comerciantes interessados no transporte marítimo.
O prédio foi restaurado e hoje serve de porto seguro para vários tipos de canoas, como as de um pau só, as bordadas do litoral catarinense, as do baixo São Francisco, as de tolda ou Sergipana e a Biondina do Rio Grande do Sul. Há também baleeiras de casco liso ou trincado pintada de cores vivas que são, do ponto de vista da carpintaria, verdadeiras obras-primas. Traineiras, botes, jangadas de cinco paus, jangadas de tábuas, saveiros descendentes do caravelões da costa e do cúter do Maranhão são outras peças que podem ser encontradas no acervo. As embarcações estão distribuídas em salas temáticas e são originais, configurando os mais expressivos barcos tradicionais do país.
Na sala dedicada a Amyr Klink, o visitante tem condições de observar a canoa que o famoso navegador brasileiro ganhou quando criança. O barco IAT, de propriedade dele, atualmente não está em exposição, pois encontra-se em processo de restauro.
No museu, pode-se ainda conhecer as Coleção Alves Câmara do século XXI, que é reprodução original da que se encontra no espaço cultural da Marinha do Brasil, com sede na cidade do Rio de Janeiro. A coleção leva o nome do então ministro da marinha que, em comemoração ao centenário de abertura dos portos, solicitou aos diversos estados brasileiros a doação de modelos de suas embarcações típicas, tendo vários deles aderido ao projeto.
Em 2005, estimulada por Amyr Klink, surgiu a ideia de reproduzir a coleção em escala (1:25). Nascia, então, a Coleção Alves Câmara do século XXI, que atualmente possui 88 modelos de embarcações tradicionais de todo o Brasil, agregando outros tipos tradicionais além dos já existentes.
A Coleção do século XXI foi tombada em 2010 e contou com a colaboração, para sua formação, dos modelistas Carlos Heitor Chaves, Lauro Luiz Pereira Junior (Laurinho) e Conny Baumgart, este último o produtor de barcos e de réplicas de passarinhos. Por seu apuro técnico, ela só é comparável no mundo à coleção do Almirante Pâris, que está sob a tutela do Museu da Marinha da França, em Paris.
Além da Coleção Alves Câmara do século XXI, o acervo do Museu Nacional do Mar é composto por 91 embarcações em tamanho real, cerca de 150 miniaturas que estão expostas na sala do modelismo, e pela Biblioteca Kelvin Duarte, formada por mais de mil e quinhentos volumes de temática naval, incluindo obras raras, fotografias, desenhos e cartas náuticas.
O acervo integral do Museu Nacional do Mar é protegido por Lei Federal, devido a importância e ao significado no contexto da preservação da memória do patrimônio naval brasileiro e das culturas ribeirinhas e litorâneas.
Horário de Funcionamento:
De terça a sábado, das 9h às 18h;
Aos sábados e domingos, das 10h às 18h.
A visitação de escolas e grupos deve ser agendada previamente por meio do e-mail: agendamento@museunacionaldomar.com.br
Rua Manoel Lourenço de Andrade, s/n – Centro Histórico – São Francisco do Sul/SC.
Tel.: 47 3444-1868 / 47 3444-2612
contato@museunacionaldomar.com.br
www.fcc.sc.gov.br/museudomar


Barra Velha


Ponte Pênsil
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Está situada a 4 km do Centro é um grande atrativo da cidade, segue o estilo da consagrada “Hercílio Luz”. A ponte oferece um visual belíssimo da lagoa e, ao longe, do centro do balneário. É destinada à travessia de pedestres e ciclistas, e constitui-se em importante ligação entre o mar da Península e o continente, além de impulsionar o mercado imobiliário da região.


Costa Verde e Mar

Balneário Camboriú


Arquivo Histórico Municipal
Conserva acervo histórico do município e da região. Funciona no último piso da Biblioteca Municipal Machado de Assis. Segunda a sexta, 8h30 às 19h.
3ª Avenida, esquina com a Rua 2.500, Centro.
Fone: (47) 3264-5706.


Bombinhas


Museu e Aquário Marinho
Mais de 3 mil invertebrados em exposição, ossadas, peças recolhidas de naufrágios, fósseis, achados arqueológicos do homem do sambaqui e aquários com amostra de espécies marinhas locais, entre as quais os curiosos cavalos-marinhos. Dezembro a março, diariamente, 10h às 20h; abril a novembro, diariamente, 14h às 18h.
Rua Leopardo, 800, José Amandio.
Fone: (47) 3369-1681 / (47) 9974-7791.

Casa do Homem e do Mar
Museu naval com embarcações, armas e objetos de navegação, além de coleção de modelismo naval contando a história mundial da navegação. Dezembro a fevereiro, terça a domingo, 14h às 20h; março a novembro, quarta a domingo, 14h às 18h.
Av. Falcão, 2.200, Bairro Bombas.
Fone: (47) 3363-0801/5786
www.chm.org.br

Museu Comunitário Engenho do Sertão
Possui um engenho de farinha montado e preserva outros utensílios e móveis que remetem à herança cultural açoriana. Há venda de artesanato típico de cerâmica e peças tecidas à mão. Visitas só com agendamento.
Rua Abacate, 452, Sertãozinho, a 4 km do Centro.
Fone: (47) 3393-3099 / (47) 9923-0835
www.institutoboimamao.org.br

 


Camboriú


Museu Ayrton Senna
Minicarros de corrida, capacetes, macacão, obras de arte e outros objetos originais do piloto e réplicas, totalizando mais de 1,5 mil peças. Funciona dentro de um complexo esportivo e de lazer montado na cidade. Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h30 à 0h; sábado, 14h às 22h; domingo, 16h às 22h.
Alameda Kadiz, 111, Taboleiro.
Fone: (47) 3363-7700.
www.kadiz.com.br

 


Itajaí


Palácio Marcos Konder - Museu Histórico de Itajaí
Fundado em 1982, o Museu Histórico de Itajaí é um importante local de memória, com um acervo de 2 mil peças, desde rádios antigos a uniformes militares. Construido em 1925, funcionou como sede da Administração Municipal e Câmara de Vereadores. cuja principal atração é sua arquitetura de linhas “art-nouveau”, que encanta pela beleza da construção. O Museu tem exposto, de seu acervo, 500 peças organizadas em seções, onde a história da cidade vai ganhando forma.
(fechado para restauração. -
Rua Hercílio Luz, 681 - Centro.
Fone: (47) 3348-1335

Biblioteca Pública Municipal
Construída na década de 20, a casa é de estilo eclético com influências germânicas. Serviu como sede da Fábrica de Tecidos Renaux.
Horário de Atendimento: De segunda à sexta-feira das 08h às 19h . Sábado das 08h às 12h.
Rua Heitor Liberato, 110 - Vila Operária.
Fone: (47) 3348-3322

Casa Burghardt (Fundação Cultural de ltajai)
Construída em 1902, tem estilo eclético de influência germânica. Destaca-se pelos 4 frontões, onde cada pavimento é tratado de forma diferenciada. Os frontões que arrematam as extremidades das áreas do sótão receberam um esmerado tratamento de curvas e ornatos próprios do barroco alemão. Sede da Fundação Cultural de Itajai e Galeria de Artes.
Horário de Atendimento: Das 08h às 12h e das 14h às 18h. Fechado aos sábados e domingos.
Rua Lauro Müller. 53 - Centro.
Fone: (47) 3348-3610

Casa da Cultura Dide Brandão
Inaugurada em 1913, de arquitetura eclética. Em 1982 passou a funcionar como a Casa da Cultura, oferecendo vários cursos para a comunidade. Possui duas galerias de arte e vários cursos, uma sala de leitura e uma de áudio e vídeo, além de um teatro de bolso.
Rua Hercílio Luz, 323 - Centro.
Fone: (47) 3349-1665 / 3249-0774

Casa Lins - Centro de Documentação e Memória Histórica
A Casa Lins abriga o Centro de Documentação e Memória Histórica da Fundação Genésio Miranda Lins e o Arquivo Público de Itajaí.
Construída no ano de 1913, foi residência e consultório de seu proprietário, Dr. Norberto Bachmann e, anos mais tarde do Dr. Ivo Stein Ferreira.
Em 1995, a família Lins, então proprietária, doa o imóvel para a Fundação Genésio Miranda Lins que passa a ocupá-la, depois de adequá-la, em 2000.
Rua Lauro Müller, 335- Centro.
Fone: (47) 3348-1886

Casa da Familia Konder
A Casa data do final do século XIX. É uma das edificações tombadas pelo patrimônio histórico da cidade. Abrigou distinta família de imigrantes ativos na vida política republicana. Ao longo do século XX, a edificação teve muitos
outros usos. Atualmente abriga a livraria Casa Aberta, um dos primeiros sebos de Santa Catarina e pioneiro em Itajaí.
Endereço: Rua Lauro Muller, 83- Centro.
Fone: (47) 3045-5815

Casa Malburg ( Receita Federal)
Construída em estilo eclético entre 1912 e 1915, sofreu um incêndio em 1982, mas foi totalmente restaurada e reformada dez anos depois. Atualmente abriga a Receita Federal.
Rua Pedro Ferreira, 34 - Centro.
Fone: (47) 3341-0300

Centro de Cultura Popular Mercado Velho
Antiga reivindicação de comerciantes, agricultores e pescadores itajaienses, o Mercado Público começou a ser projetado em 1916, com sua arquitetura eclética e imponente, marcada pela influência dos imigrantes de origem germânica. Inaugurado em 1º de Janeiro de 1917, destinou-se à venda a varejo de gêneros secos e molhados.
Em 1936, após um incêndio, foi modificado externamente, demolindo-se os frontões e adaptando-se sua arquitetura ao art-déco, então em voga.
Lugar ideal para encontrar o artesanato da região, além de petiscos e pratos típicos para serem saboreados ao ar livre, no pátio interno do mercado. Ótimo para happy hours e confraternização com os amigos no fim do dia. Realiza encontros culturais e shows musicais.
Avenida Ministro Victor Konder s/n - Centro.

Mercado do Peixe
Com a venda do pescado fresco direto ao consumidor pelos pescadores como principal atração, o mercado do peixe possui movimentação intensa, principalmente aos sábados. Localizado ao lado do mercado público, no local é possível encontrar também produtos naturais, lojas de ervas e restaurante.
Horário de atendimento: De segunda à sexta-feira das 07h às 18h e aos sábados das 07h às 14h.
Avenida Ministro Victor Konder - Centro.
Fone: (47) 3346-4526

Herbário Barbosa Rodrigues
Instituição científica e cultural fundada em 22 de junho de 1942 pelo botânico e Pe.Raulino Reitz.
Reúne a maior coleção de informações e exemplares da flora catarinense. A instituição tem ainda uma biblioteca especializada em botânica com acervo superior a 14 mil volumes.
Av.Coronel Marcos Konder, 800 – Centro
Agendar visita: 2ª.a 6ª. Das 13h às 19 h. Agendar visita pelo telefone: (47) 3348-8725


Penha


Museu Porto Amado
Instrumentos de navegação, apetrechos de pesca e objetos antigos do cotidiano das famílias de pescadores locais, além de ossadas de baleias com mais de 100 anos.
Av. Elizabeth Konder Reis, 467, Armação.
Agendar visita. Fone: (47) 3398-0038 e (48) 3228-1807 (contato em Florianópolis).


Porto Belo


Ecomuseu Univali
Preserva ossadas de baleias e fósseis de mamíferos antigos, entre outras atrações. Dezembro a março, 8h às 18h00; abril  a novembro, com agendamento.
Ilha de Porto Belo.
Fone: (47) 3369-4146
www.ilhadeportobelo.com.br


Balneário Piçarras



Museu Oceanográfico Univali




A exposição do Museu Oceanográfico Univali tem 1.000 m² de área e a temática abrange a formação dos oceanos, a evolução dos seres vivos a história da oceanografia, os recursos vivos e minerais dos oceanos, a preservação do meio ambiente marinho e uma ampla exposição sobre os seres vivos marinhos, disposta em ordem filogenética, isto é, dos organismos mais primitivos e antigos (esponjas, corais, moluscos, crustáceos, etc.) aos mais complexos e evoluídos (peixes cartilaginosos, peixes ósseos, répteis marinhos, aves marinhas e mamíferos marinhos). Endereço: Avenida Sambaqui, 318 – Santo Antônio - Balneário Piçarras/SC. Contatos: educação.movi@univali.br; www.univali.com.br/museuoceanografico ; Telefone: 47 3261-1403 / 1402.




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Encantos do Sul

Balneário Rincão


Museu Arqueológico Igrejinha Nossa Senhora dos Navegantes
Preserva objetos cerimoniais e utensílios cotidianos de grupos indígenas que habitaram o território de Içara no passado. Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h às 18h.
Av. Florianópolis, s/n, Balneário Rincão.
Fone: (48) 3432-5847 – Casa da Cultura

 

 


Criciúma


Casa de Cultura Neuza Nunes Vieira
A edificação da década de 1940 abriga o arquivo histórico da cidade. Segunda a sexta, 8h30 às 12h30 e 13h às 17h.
Praça Nereu Ramos, 50, Centro.
Fone: (48) 3445-8856.

Mina de Visitação Octávio Fontana
Conta a história do ciclo da mineração de Criciúma em passeio pelo interior da mina a bordo de réplica de uma locomotiva de 1922. O local possui loja de suvenires, lanchonete, exposições e gruta em homenagem a Santa Bárbara. Terça a domingo, 9h às 12h e 13h às 18h.
Rua Quintino Dal Pont, s/n, Naspoline.
Fone: (48) 3445-8734.

Museu Augusto Casagrande
Datado de 1920 e mais conhecido como Casarão, o sobrado tipicamente italiano preserva peças de arte indígena, objetos do auge da mineração, roupas, armas, móveis, utensílios e fotografias. Segunda a sexta, 8h30 às 12h e 13h às 17h.
Rua Cecília Darós Casagrande, s/n, Comerciário.
Fone: (48) 3445-8844

Memorial Casa do Agente Ferroviário Mário Ghisi
Guarda documentos, fotos e objetos que contam parte da história da Ferrovia Tereza Cristina. A edificação de 1920, construída para servir de residência ao agente responsável pela estação, foi demolida e reconstituída posteriormente. Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h às 17h.
Av. Centenário, s/n, Centro.
Fone: (48) 3445-8855

Museu de Zoologia “Profª Morgana Cirimbelli Gaidzinski¨ - Unesc
Preserva um amplo acervo composto por animais da Mata Atlântica e exemplares de fauna marinha. Oferece visitas (gratuitas e mediadas) e outras atividades, sendo inclusive reconhecido com o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação por suas ações e práticas educativas. Visitas mediadas de segunda a sexta das 8h às 12h e 13h30 às 17h30.
Av. Universitária, 1105, Bloco da Biblioteca, sala 8, Campus Unesc.
Fone: (48) 3431-2573
www.unesc.net/museudezoologia
museudezoologia@unesc.net

Museu Universitário do Extremo Sul Catarinense
Abrange arqueologia, documentação sobre a cultura do carvão e a colonização da região sul catarinense, zoologia, botânica, antropologia e cultura popular. Segunda a sexta, das 8h às 12h e 13h30 às 17h30. Exposições ao ar livre, segunda à sexta, 8h às 22h30; sábado, 8h às 17h30.
Av. Universitária, 1105, Bloco da Biblioteca, sala 8, Campus Unesc.
Fone: (48) 3431-2573

 


Jaguaruna


Museu Cidade de Jaguaruna
Preserva objetos e documentos dos sambaquis encontrados na região, além de coleções fotográficas sobre naufrágios na costa da cidade e sobre folclore e festividades religiosas. Há também no local uma exposição permanente sobre a cultura da região, com obras do tubaronense Willy Zumblick (1913-2008). O museu está instalado na antiga casa dos trabalhadores da ferrovia. Segunda a sexta, 7h às 11h30 e 13h às 17h.
Rua Annes Gualberto, s/n, Centro.
Fone: (48) 3624-1238


Laguna


Casa de Anita
Edificação de 1911, onde a jovem Ana Maria de Jesus Ribeiro vestiu-se para o primeiro casamento, quando se tornou a senhora Anita Garibaldi. Preserva móveis e utensílios antigos, amostra de terra da sepultura italiana da heroína (em Ravena) e o mastro do navio no qual Anita deixou Laguna, em 1839. Diariamente, 9h às 17h.
Rua Jerônimo Coelho, s/n, em frente a Praça Vidal Ramos, Centro.
Fone: (48) 3646-2542 - Fundação Lagunense de Cultura.

Casa Pinto d’Ulysséa
Abriga a sede da Fundação Lagunense de Cultura e a loja de artesanato Nossa Terra. A edificação de 1866 é inspirada numa quinta portuguesa e tem a fachada revestida de azulejos. Diariamente, 8h às 19h.
Rua Prof.ª Júlia Nascimento, s/n, Centro.
Fone: (48) 3646-2542 – Fundação Lagunense de Cultura.

Marco de Tordesilhas
Monumento que rememora o Tratado de Tordesilhas (1494), dividindo entre Portugal e Espanha as terras descobertas e a descobrir, desde o Norte do Pará até Laguna.
Av. Eng. Colombo Machado Salles, próximo à rodoviária, Centro.

Museu Anita Garibaldi
A edificação de 1747 (construída para abrigar a Cadeia Pública e a Câmara Legislativa) foi o palco da proclamação da República Juliana, em 1839, quando os lagunenses aliaram-se à Revolução Farroupilha. A arquitetura e o mobiliário da época continuam preservados. Diariamente, 9h30 às 17h30.
Praça da República Juliana, s/n, Centro.
Fone: (48) 3646-2542 - Fundação Lagunense de Cultura

 


Nova Veneza


Museu do Imigrante Cônego Miguel Giacca
O prédio, que já foi sede da Prefeitura e de outros órgãos públicos, hoje abriga mobiliário, ferramentas e utensílios dos pioneiros colonizadores da região. Terça a sexta, 8h às 12h e 13h às 17h; sábado, domingo e feriados, 9h30 às 12h e 13h30 às 16h.
Rua dos Imigrantes, s/n, Centro.
Fone: (48) 3471-1790

 


Orleans


Museu ao Ar Livre
O visitante tem a oportunidade de ver rodas d’água movidas à tração animal em perfeito funcionamento, moendo cana, mandioca e produzindo típicos produtos coloniais, do mesmo modo como era feito no final do século XIX. Alambique, olaria, serraria e cantina de vinho são outras atrações do local. Há também uma exposição de objetos usados pelos colonizadores. Terça a sexta, 9h às 12h e 13h30 às 17h30; sábado, domingo e feriados, 9h às 17h30.
Rua Pe. João Leonir Dall' Alba, s/n, Murialdo.
Fone: (48) 3466-0011 / 3466-5626
www.unibave.net


São Martinho


Museu Padre Renato Rohr
Estrada Geral Vargem do Cedro, 1, Vargem do Cedro.
Sábado a domingo, 13h30 às 17h.
Fone: (48) 8804-0019.

Kultur Haus – Casa da Cultura
A história de São Martinho é contada pelo acervo do Museu do Colonizador, atualmente sediado no local. Segunda a sexta, 8h às 12h .
Rua Francisco Bechkauser, 174, Centro.
Fone: (48) 3645-6100.


Tubarão



Museu Ferroviário

Locomotivas a vapor, vagões (ingleses, alemães, norte-americanos e tchecos), equipamentos e documentos da Ferrovia Tereza Cristina (a estrada de ferro do carvão) fazem parte do acervo do museu. Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h30 às 17h30.

Av. Pedro Zapelini, 2.200, Oficinas.

Fone: (48) 3632-3450 / 8820-2575

www.museuferroviario-sc.webnode.com.br




 




Museu Willy Zumblick

Guarda parte significativa da extensa obra do pintor tubaronense Willy Zumblick (1913-2008), que teve em Santa Catarina sua maior inspiração. Está instalado no Centro Municipal de Cultura (CMC), onde você também vai encontrar a Biblioteca Municipal Olavo Bilac, além de galerias de exposições temporárias, ateliês e salas de vídeo. Segunda a sexta, 7h às 13h.

Praça Walter Zumblick, s/n, Centro.

Fone: (48) 3621-9083.




Museu Walter Zumblick

Conserva animais da fauna local empalhados e objetos pré-colombianos encontrados em sambaquis da região. Não deixe de contemplar a ponte pênsil sobre o Rio Tubarão, em frente ao museu. Segunda a sexta, 8h às 19h.

Av. José Acácio Moreira, 787, Dehon (no Centro Cultural da Universidade do Sul de Santa Catarina – Unisul).

Fone: (48) 3621-3042

www.unisul.br/campus-tubarao




 




Memorial Anita Garibaldi

Um monumento doado pelo governo italiano marca o local onde nasceu Ana Maria de Jesus Ribeiro, a Anita Garibaldi, em 1821.

Estrada Geral da Madre, Morrinhos, a 4 km do Centro.




Casa da Cidade Humberto Rohden

Datado de 1897, o palacete neoclássico já foi sede da Prefeitura e de outros órgãos públicos. Hoje, possui um ponto de venda de artesanato e recebe exposições, cursos comunitários e outras atividades culturais. No Natal, o local se transforma na Casa do Papai Noel, uma das atrações do Mix Cultural de Natal, no Centro.

Av. Marcolino Martins Cabral, s/n, Centro.



Urussanga


Museu Histórico Municipal
Preserva documentos relativos à colonização do município e objetos dos primeiros imigrantes. Está sediado no Parque Municipal. Segunda a sexta, 8h às 12h30.
Rua Minerasil, 378, Centro Cultural, Parque Municipal Ado Cassetari Vieira, Centro.
Fone: (48) 3465-1313 / 3465-1767

 

 


Grande Florianópolis

Biguaçu


Museu Etnográfico Casa dos Açores
A Casa dos Açores, que abriga o Museu Etnográfico, em Biguaçu, é um dos mais esplêndidos registros da passagem dos colonizadores açorianos pela localidade de São Miguel, no século XIX. Forma, junto com a Igreja de São Miguel, a chácara e os arcos do antigo aqueduto, um belo conjunto arquitetônico. Conta com acervo de móveis, roupas e outras peças que preservam o estudo da cultura açoriana.
Terça a domingo, 8h às 12h e 13h às 17h.
BR-101, Km 189, Balneário de São Miguel.
Tel: (48) 3243-4166
E-mail: came@fcc.sc.gov.br
www.casadosacores.sc.gov.br

Centro Cultural Casa do Barão
Construído em 1891, é uma das poucas edificações históricas preservadas no bairro central de Biguaçu. Atualmente é composto por centro de informações, biblioteca virtual, salões de exposição e pela Academia Municipal de Letras. Segunda a sexta, 13h às 22h.
Praça Nereu Ramos, 160 – Centro.
Fone: (48) 3285-8061

 


Florianópolis


Museu Histórico de Santa Catarina/Palácio Cruz e Sousa
Instituído em 1979, o MHSC passou a ocupar o Palácio Cruz e Souza em 1986, após a mudança da sede do governo. O museu conta com uma programação cultural intensa, abrigando exposições temporárias de cunho histórico e social. O museu-palácio apresenta toda a exuberância da arquitetura eclética em Santa Catarina. Seu grande atrativo é o próprio palácio, seus ornatos e seu mobiliário.
Terça a sexta, 10h às 18h; Sábado e domingo, 10h às 16h.
Praça XV de Novembro, 227, Centro.
Tel: (48) 3028-8091/ 3028-8092.
E-mail: mhsc@fcc.sc.gov.br
www.mhsc.sc.gov.br

Museu de Arte de Santa Catarina (MASC)
Criado em 18 de março de 1949 com o nome de Museu de Arte Moderna de Florianópolis (MAMF), o Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) abriga, atualmente, quase 2 mil obras de artistas de todo o Brasil e do mundo, com destaque para os catarinenses. Em junho de 2011, foi finalizada a total revitalização do espaço.
Terça a domingo, 10h às 21h15.
Av. Irineu Bornhausen, 5.600 (CIC), Agronômica.
Tel: (48) 3953-2380.
www.masc.org.br

Museu de Imagem e Som de Santa Catarina (MIS/SC)
O Museu de Imagem e Som de Santa Catarina nasceu em 1998. Conta com acervo de cerca de 10 mil discos de vinil, 2 mil discos de cerca (os mais antigos são das décadas de 1920 e 1930) e toda sorte de equipamentos históricos referentes ao som e imagem.
Segunda a sexta, 13h às 19h.
Av. Irineu Bornhausen, 5.600 (CIC), Agronômica.
Tel.: (48) 3953-2329.
E-mail: mis@fcc.sc.gov.br / mis.sc.fcc@gmail.com
www.mis.sc.gov.br

Museu Victor Meirelles
Terça a sexta, 10h às 18h; sábado, domingo e feriados, 10h às 14h.
Rua Victor Meirelles, 59, Centro.
Tel.: (48) 3222-0692 / 3223-3274
www.museuvictormeirelles.org.br

Museu O Mundo Ovo de Eli Hell
SC-401, Km 7, 7.079, Santo Antônio de Lisboa.
Agendar visita. Tel.: (48) 3235-1076.
www.eliheil.org.br

Museu da Polícia Militar Major Lara Ribas – Forte Sant'Anna
Terça a domingo, 9h às 17h.
Av. Osvaldo Rodrigues Cabral, 525, Centro.
Tel.: (48) 3229-6263.
www.pm.sc.gov.br

Museu do Homem do Sambaqui "Padre João Alfredo Rohr"
Segunda a sexta, 13h30 às 17h30.
Rua Esteves Júnior, 711 (Colégio Catarinense), Centro.
Fone: (48) 3251-1516.

Museu Universitário Oswaldo Rodrigues Cabral (Museu de Antropologia)
Segunda a sexta, 8h às 12h e 14h às 18h.
Campus Universitário, Trindade.
Tel.: (48) 3721-9325.
www.museu.ufsc.br

Ecomuseu
Terça a sexta, 14h às 18h.
Rod. Baldicero Filomeno, 10.106, Ribeirão da Ilha.
Tel.: (48) 3237-8148.
www.ecomuseuribeirao.wordpress.com

Casa José Boiteux
A Atual sede do instituto Histórico e geográfico de Santa catarina e da Academia catarinense de letras, hoje intitulada Casa José Boiteux, passou por uma restauração completa em 2010. O edifício abrigou o Instituto Histórico Politécnico em 1925 e também foi sede da Academia de Comércio de Santa Catarina.
Segunda a sexta, 14h às 18h.
Avenida Hercílio Luz, 523, Centro.
Tel.: (48) 3222-5111.

Biblioteca Pública de Santa Catarina
Inaugurada oficialmente em 9 de janeiro de 1855, a Biblioteca Pública de santa Catarina é uma das mais antigas do Brasil. Em 1979, foi instalada no atual prédio, onde a memória cultural do Estado é mantida e conservada por meio de livros, periódicos, audiovisuais, microfilmes, entre outros materiais informativos.
Segunda a sexta, 8h às 19h15; Sábado, 8h às 11h45.
Rua Tenente Silveira, 343, Centro.
Tel.: (48) 3028-8063.
E-mail: biblio@fcc.sc.gov.br
www.fcc.sc.gov.br

Casa da Alfândega
A Casa da Alfândega é sede, desde 1988, do projeto Galeria do Artesanato. O espaço abriga cerca de 400 artesãos vindos de várias regiões de Santa Catarina, englobando as várias etnias colonizadoras do Estado. Seu nome remete à antiga função desse magnífico edifício neoclássico, construído em 1876 para atender às atividades portuárias da antiga Desterro, como se chamava Florianópolis na época.
Segunda a sexta, 9h às 18h30; Sábado, 9h às 13h.
Rua Conselheiro Mafra, 141, Centro.
Tel.: (48) 3028-8100 / 3028-8101 / 3028/8102
E-mail: alfandega@fcc.sc.gov.br
www.casadaalfandega.sc.gov.br


Rancho Queimado


Museu Casa de Campo do Governador Hercílio Luz
Cerca de 62 quilômetros distante de Florianópolis, a antiga casa do ex-governador Hercílio Luz, em rancho Queimado, abriga o museu criado em 1985, após sua restauração e tombamento como Patrimônio Histórico do Estado de Santa Catarina. O acervo conta com coleção de moedas, mobiliário antigo, além de móveis, roupas e objetos que remontam à colonização alemã na região.
Terça a sexta, 13 as 18h; Sábado e domingo, 10h as 17h.
Rua Paulo Sell, 428, Taquaras.
Tel.: (48) 3275-1453.
E-mail: casadecampo@fcc.sc.gov.br

Casa do Imigrante
Apresenta arquitetura típica alemã. Mantém utensílios dos colonizadores.
Rua Romanos Goedert, Parque do Morango, Taquaras.
Agendar visita. Fone: (48) 3275-0015 / (48) 3275-1157.

Monumento ao Tropeiro
Homenagem aos tropeiros que levavam gado do Rio Grande do Sul a São Paulo. Fica no distrito de Taquaras.


São José


Museu Histórico Municipal de São José
Segunda a sexta, 8h às 18h.
Rua Gaspar Neves, 3.175, Centro Histórico.
Fone: (48) 3247-0059
www.ctpmsj.sc.gov.br

Museu da Família Koerich
Terça a sábado, 9h às 12h e 13h30 às 18h; domingo, 9h30 às 13h30.
Rua Zita Althoff Koerich, s/n, próximo à indústria Macedo, Colônia Santana.
Fone: (48) 3259-8697.

Casa da Cultura/Casa da Câmara e Cadeia
Construída em 1859, em estilo colonial português.
Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h às 19h.
Praça Hercílio Luz, Centro.
Fone: (48) 3247-9096.


Vale Europeu

Blumenau



Fundação Cultural

Construída em 1875, a antiga sede da colônia é hoje um centro cultural e abriga o Museu de Arte de Blumenau (MAB). O prédio passou por uma renovação, com recuperação dos traços arquitetônicos da primeira construção.

Rua XV de Novembro, 161, Centro.

Fone: (47) 3381-6192

www.fcblu.com.br

www.museudeartedeblumenau.blogspot.com




Museu da Cerveja

Conserva peças usadas no processo de fabricação da bebida desde a época da colonização. Há também vídeos sobre a história das cervejarias locais e roteiros para os cervejeiros mais fanáticos. Segunda a sexta, 9h às 17h; sábado, domingo e feriados, 10h às 16h.

Praça Hercílio Luz, 160 (início da Rua XV de Novembro), Centro.

Fone: (47) 3326-6791.




Museu da Família Colonial

Este espaço cultural preserva um acervo de 6.200 peças. São pertences do fundador de Blumenau, de colonizadores e de suas famílias. Móveis, vestimentas, acessórios, utensílios domésticos e maquinários históricos e bem conservados. Nos fundos do complexo do Museu está o horto florestal, onde ainda se encontra árvores plantadas pelo fundador da cidade.

Terça a Domingo/feriados das 10h às 16h.

Alameda Duque de Caxias, 78, Centro.

Fone: (47) 3381-7516.




Museu da Água

Funciona na primeira estação de tratamento de Blumenau, erigida em estilo art déco em 1940. Mostra o processo de purificação da água, de sua retirada do Rio Itajaí-Açu até a distribuição na rede pública de abastecimento. No mirante do local, o visitante tem uma bela vista do centro da cidade. Diariamente, 9h às 18h.

Rua Lages, s/n, Boa Vista.

Fone: (47) 3340-3242

www.samae.com.br/museu.asp




Museu de Ecologia Fritz Müller

Abriga a coleção de insetos, animais empalhados e fósseis coletados pelo naturalista Fritz Müller, cujas pesquisas com espécies nativas em Santa Catarina contribuíram para testar e comprovar a Teoria da Evolução das Espécies, de Charles Darwin, de quem Fritz Müller era amigo pessoal. O museu conta com uma biblioteca especializada em temas ambientais. Nos jardins, há espécies plantadas e estudadas pelo cientista.

Segunda a sexta, 9h às 17h; Sábado 10h às 16h

Rua Itajaí, 2.195, Vorstadt.

Fone: (47) 3222-3189.




Museu de Hábitos e Costumes

Expõe artigos do universo do vestir-se, costurar, brincar, morar e viver em Blumenau desde o final do século XIX. São peças de roupas masculinas e femininas, chapéus, sapatos, bolsas, acessórios diversos, brinquedos e objetos de uso doméstico. Uma verdadeira fonte para pesquisa e apreciação de diferentes contextos históricos, culturais e sociais.

Terça a domingo, 10h às 16h (inclusive feriados)

Rua XV de Novembro, 25 – Centro

Fone: (47) 3381-7979.




Mausoléu Dr. Blumenau

Inaugurado 1974, ano do sesquicentenário da Imigração Alemã no Brasil. Guarda os restos mortais do Dr. Hermann Bruno Otto Blumenau, fundador da cidade, e de seus familiares.

Segunda a domingo, 10h às 16h (inclusive feriados)

Rua XV de Novembro, 161 – Centro




Museu Hering

Sua proposta é resgatar, preservar, divulgar e perpetuar os 130 anos história de uma das marcas de moda mais tradicionais do Brasil. Sua exposição é composta por acervo histórico e multimídia e o visitante pode customizar sua própria camiseta.

Terça a sexta, 9h às 18h; sábado domingo e feriados das 10h às 16h.

Rua Hermann Hering, 1740 – Bom Retiro

Fone: (47) 3321-3340.




Museu dos Clubes de Caça e Tiro

O Museu dos Clubes de Caça e Tiro possui cinco ambientes de exposição. Seu acervo de medalhas, troféus, armas, bandeiras, trajes e outros elementos que compõem a tradição dos Clubes, é bastante extenso. O visitante tem a oportunidade de conhecer contexto histórico e das variáveis sócio-culturais que ocorrem na região desde a fundação da cidade.

Terça a sexta das 10:30h às 16:30h; sábado e feriados das 10:30h às 15h.

Rua Dr. Pedro Zimmermann, 10377 – Itoupava Central

Fone: (47) 3339-0590.




Ecomuseu Dr. Agobar Fagundes

O Ecomuseu objetiva agir para preservar, interpretar e promover a evolução da paisagem da região. Promove pesquisas sócio-histórico-culturais, através de grupos de trabalho, oficinas, cursos de educação patrimonial e museu, entre outros.

Sexta, sábado e domingo (mediante agendamento)

Rua Estrada das Minas, s/n – Progresso

Fone: (47) 3322-3099.




Museu do Cristal (Glaspark)

O Museu do Cristal conta a história da arte de transformar areia e fogo em cristal e de todos os processos pelos quais passa o material. Apresenta raridades, como um rosário do século XVI e taças da Boêmia pintadas a ouro. Possui também um dos três únicos exemplares do Livro “Arte Vitraria”, do século XV, uma das primeiras obras ilustradas sobre a arte do cristal.

Segunda a sexta das 9h às 18h; sábado das 9h às 15h.

Rua Rudolf Roedel, 233 – Salto Weissbach

Fone: (47) 3327-1261.




Museu de Arte de Blumenau

É o maior registro cultural das artes plásticas da nossa cidade, contando com um acervo de mais de 400 obras. Tem como objetivo principal a socialização da arte em todos os seus níveis, ajudando a formar cidadãos mais críticos e conscientes do papel fundamental da cultura para a nossa vida. Em suas instalações são realizadas diversas exposições ao longo do ano.

Terça a domingo das 10h às 16h (inclusive feriados)

Rua XV de Novembro, 161 – Centro

Fone: (47) 3381-6176.




Casa da Memória à Escola Nº 1

Uma das 3 primeiras escolas da Colônia de Blumenau, datada de 1870, atualmente oferece exposições histórico-documentais, visitas orientadas e atividades comunitárias socioculturais. .

Rua Dr. Pedro Zimmermann, 8.107, Itoupava Central.

Segunda a sexta, 10h às 16h.

 




Ponte Aldo Pereira de Andrade

Popularmente conhecida como Ponte de Ferro, foi construída com materiais importados da Alemanha e inaugurada em 1931. Até o início da década de 70 serviu como passagem para o trem que ia de Blumenau a Itajaí.




Monumento dos Imigrantes

Foi construído no ano de 2000, em comemoração aos 150 anos de Blumenau. O Monumento marca o local de chegada dos primeiros 17 imigrantes alemães no município. Ponto privilegiado para aqueles que querem captar belas imagens.




Monumento 150 anos de Blumenau

Inaugurado em 2000, em celebração aos 150 anos de Blumenau. A obra composta de ferro e concreto, apresenta um mapa da cidade com duas pegadas, que simbolizam a chegada dos primeiros imigrantes.



Brusque


Museu Arquidiocesano Dom Joaquim
Construído em 1907, preserva sacristias, altares, imagens e crucifixos rústicos, vias-sacras, castiçais, lampadários, lamparinas, livros (uma Bíblia impressa em 1578, por exemplo), paramentos, confessionários e oratórios, que integram o acervo de 400 peças. Há ainda instrumentos e partituras musicais, sala de armas, réplicas de móveis e utensílios dos imigrantes e um mostruário da evolução da indústria têxtil de Brusque. Destaque para o relógio que D. Pedro II doou à cidade. Terça a sexta, 8h às 12h e 13h30 às 17h; sábado e domingo, 9h às 11h30 e 13h às 17h.
Praça de Azambuja, 960, Azambuja.
Fone: (47) 3396-0296
www.azambuja.org.br

Museu Histórico e Geográfico do Vale do Itajaí-Mirim (Casa de Brusque)
Antigos teares, artefatos indígenas, roupas típicas, carruagens, estandartes de sociedades, medalhas de torneios de caçadores, fotos, documentos e exemplares de antigos jornais e revistas editados na cidade. Terça, 14h às 17h; quarta e quinta, 8h às 11h.
Av. Otto Renaux, 285, São Luiz.
Fone: (47) 3351-2132

 

 


Indaial


Fundação Indaialense de Cultura (FIC)
Mais conhecida como Casa da Cultura, está situada no alto do Morro Schulemburg e abriga o Arquivo Histórico e a Biblioteca Pública de Indaial, além de oficinas artísticas. A casa do início do século XX é rodeada por um bosque de plantas nativas e exóticas, transformado em Parque Público Municipal. Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h30 às 17h30.
Rua Dr. Blumenau, 5, Centro.
Fone: (47) 3333-2000
www.fic-indaial.org

 

 


Pomerode


Casa do Imigrante Carl Weege
Casa de estilo colonial alemão com museu que preserva móveis antigos, roda-d’água, um rancho com moenda de cana-de-açúcar e outro com a atafona (moinho de fubá).  Terça a domingo e feriados, 9h às 12h e 13h às 17h.
Rua Leopoldo Blaese, 11, Pomerode Fundos.
Fone: (47) 3387-2613.

Museu Pomerano
O acervo retrata o dia-a-dia dos primeiros colonizadores da cidade. Terça a sexta, 9h30 às 11h30 e 13h às 17h; sábado, domingo e feriados, 10h às 16h.
Rua Herman Weege, 111, Centro.
Fone: (47) 3387-0408.

Casa do Escultor Ervin Curt Teichmann
Conserva obras esculpidas em madeira, miniaturas, moldes para Porcelana Schmitdt, entre outras peças. Terça a domingo, 13h às 17h.
Rua XV de Novembro , 791, Centro.
Fone: (47) 3387-0282.

Museu do Marceneiro
Possui uma roda-d’água em funcionamento e máquinas utilizadas pelo marceneiro Alex Behling, no local onde iniciou a empresa Móveis Behling, na década de 1940. Segunda a sexta, 9h às 12h e 13h às 18h; sábado, 9h às 13h.
Rua Alfredo Hoge, 525, Centro.
Fone: (47) 3387-2073
www.behling.ind.br

 


Rodeio


Circolo Trentino di Rodeio
Sede da associação de descendentes dos imigrantes trentinos, cujo objetivo é manter vivas as raízes da imigração italiana. Abriga também o Museu de Usos e Costumes da Gente Trentina. É preciso agendar visita previamente.
Rua Barão do Rio Branco, 1.399, Centro.
Fone: (47) 3384-1343.


Timbó


Museu da Música
Ocupa o Salão Hammermeister, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Abriga mais de mil peças, entre instrumentos musicais e acessórios, literatura musical, partituras, desenhos técnicos, métodos e material didático de diversos lugares do mundo, além de coleção de fotografias, programações e gravações de atividades musicais de Timbó e região. Todo terceiro domingo do mês ocorre o Café Musical, com recitais. Terça a domingo e feriados (exceto dias santos), 8h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30.
Rua Edmundo Bell, s/n, esquina com a SC-477, Dona Clara.
Fone: (47) 3399-0418
www.museudamusica-timbo.blogspot.com

Complexo Turístico Jardim do Imigrante
Localizada na região onde a história do município começou, abriga o Museu do Imigrante, as construções históricas Casa de Taipa e Casa Enxaimel e a antiga fecularia (atualmente, casa noturna, bar, restaurante e cervejaria).
Av. Getúlio Vargas, Centro.

Museu do Imigrante
Situado no Complexo Turístico Jardim do Imigrante, preserva a história e a identidade dos imigrantes alemães com objetos, utensílios e cenários que reproduzem o cotidiano da época. Terça a domingo, 8h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30.
Av. Getúlio Vargas, 211, Centro.
Fone: (47) 3382-9458.

Casa do Poeta Lindolf Bell
Conserva os móveis, as obras, a indumentária, os troféus e os objetos de uso diário do poeta catarinense que criou o Movimento Catequese Poética. Integram também o complexo: a Praça do Poeta, a Biblioteca e a Casa da Memória. Terça a domingo, 8h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30.
Rua Quintino Bocaiúva, 902, Quintino Bocaiúva.
Fone: (47) 3399-2074
www.lindolfbell.com.br


Serra Catarinense

Bom Retiro


Museu da Memória dos Imigrantes Alemães de Entrada – Johann Deucher
Contém registros de imigrantes alemães que se fixaram na localidade de Entrada, formando um dos primeiros núcleos da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Brasil. Bem próximo ao local, no Morro do Trombudo, há um marco de madeira que serviu no passado como limite das províncias de Santa Catarina e de São Paulo.
Estrada Geral de Entrada, s/n, Entrada.
Diariamente, 14h às 17h30. Fone: (49) 9142-9517
www.amiaebr.org/museu 

Estátua do Capitão Arzão
Monumento erguido em homenagem ao colonizador da cidade.
Jardim Hercílio Luz, Centro

 

 


Lages


Museu Malinverni Filho
Quadros, esculturas e objetos de Agostinho Malinverni Filho (1913-1971), considerado o maior artista plástico de Lages. Apresenta também exposições dos novos talentos locais. Segunda a sexta, 9h às 11h30 e 13h30 às 17h30.
Rua Manoel Thiago de Castro, 109, Centro.
Fone: (49) 3222-7831.


Museu Histórico Thiago de Castro
Reúne grande acervo de documentos, objetos, fotos e livros doados pelas mais tradicionais famílias lageanas. Terça a sexta, 8h às 12h e 14h às 18h; sábado, 9h às 12h.
Rua Benjamin Constant, s/n, esquina com a Rua Hercílio Luz, Centro.
Fone: (49) 3222-7603
www.mtclages.blogspot.com


Memorial Nereu Ramos
Fotos, documentos e objetos pessoais de Nereu Ramos (1888-1958), único catarinense a assumir à Presidência da República. Segunda a sexta, 9h às 11h30 e 13h às 17h; sábado, 10h às 16h.
Rua Frei Rogério, s/n, esquina com Rua Aristiliano Ramos, Centro.
Fone: (49) 3224-7425/3223-5410.


Centro Cultural Vidal Ramos Junior SESC
O histórico Colégio Rosa, em Lages, agora é Centro Cultural Vidal Ramos. A obra foi restaurada pelo Governo Estadual e passa a ser administrada pelo Sesc. Com localização central na cidade, o espaço facilita o acesso da população a atividades artístico-culturais tais como mostras de cinema, espetáculos de teatro ao ar livre, apresentações musicais, rodas de leitura, intervenções culturais, cursos de dança, teatro, música e artes. Em sua ampla estrutura, conta com central de relacionamento, biblioteca, salas de cinema, dança, música e multiartes, galerias de arte e cafeteria, além de área externa para convívio. Mais informações podem ser conferidas em sesc-sc.com.br ou pelo telefone (49) 3222-4271.


Monumentos
Os principais são O Tropeiro, que homenageia os fundadores de Lages (em frente ao Parque de Exposições Conta Dinheiro); O Trançador, que faz reverência aos artesãos de objetos e utensílios ligados à montaria (em frente a Fundação Cultural); Os Imigrantes, que retrata os diferentes povos que formaram a população atual da cidade (esquina das Avenidas Dom Pedro II e Primeiro de Maio); O Carro de Molas, que homenageia este antigo meio de transporte (Praça Vidal Ramos, ao lado do terminal urbano de ônibus).


Rio Rufino


Monumento ao Fundador
Praça Jaime José Oselame, Centro.


São Joaquim


Museu de Artes de São Joaquim
Obras de importantes artistas catarinenses. Segunda a sexta, 13h às 17h.
Praça Cezário Amarante, s/n, Centro.
Fone: (49) 3233-3549.

Museu Histórico Municipal
Exposições temáticas ligadas à história do município. Terça a domingo, 9h às 11h e 13h30 às 17h.
Rua Major Jacinto Goulart, 168, Centro.
Fone: (49) 3233-2798.


Vale do Contestado

Campos Novos



Fundação Cultural Camponovense – Cid Cesar de Almeida Pedroso 
O local contempla espaços onde possui: Laboratório de Arqueologia, Reserva Técnica Arqueológica, Reserva Técnica Histórica. Ainda possui um museu histórico que expõe: os Sítios Arqueológicos do Baixo Vale do Rio Canoas; História da Região e do Município; Os Objetos como Memória do Cotidiano; O Trabalho Rural. Junto ao pavimento superior encontram-se ambientes para arquivo histórico, administrativo e coordenação geral, reunião e pesquisa, artes, musica e laboratório de documentos.
A Fundação Cultural Camponovense localiza-se na Praça Lauro Muller, centro, o contato para informações via telefone é (49) 3541.1554.


Galpão Caipora Viu 
Criado em 2006, o galpão “Caipora Viu” tinha como utilidade guardar objetos antigos pertencentes à família. Com o passar do tempo, amigos foram convidados para jantares ao som de canções executadas no acordeom, a partir disso, surgiu a ideia de realizar encontros de gaiteiros e acordeonistas no local.
Hoje, com o apoio do comércio e da administração municipal o encontro está na sua 8º edição. Grandes nomes da música tradicionalista já estiveram presentes como: Adelar Bertussi, Paulo Siqueira, Itagiba Matana, Roberto Mendes e Olivia Osorio. O espaço é aberto com propriedade do Sr. Benito Luís Zandona e recebe alunos de colégios do município de Campos Novos e região.
O galpão Caipora Viu localiza-se na Rua Don Daniel Hostin nº 12, centro, o contato para informações via telefone é (49) 9114 6803 e 9104 3439.


Centro de Eventos Galpão Crioulo
O Centro de Eventos Galpão Crioulo de Campos Novos é uma sociedade civil, de desenvolvimento cultural, recreativo e de integração regional sem fins lucrativos. O Galpão Crioulo foi fundado em 14 de agosto de 1998, a partir de uma Missa Crioula em preparação as comemorações da Semana Farroupilha celebrada pelo Padre Beijamim, que em sua familia desafiou e motivou as pessoas presentes a construir um espaço amplo para acolher a juventude, integrar e desenvolver a cultura, o cultivo das tradições e costumes da região, bem como, a realização de eventos sociais, simpósios e seminários, zelando para que seja um ambiente de respeito, saudável e de encontro familiar.
O Centro de Eventos Galpão Crioulo de Campos Novos, conta com uma área de 3500m2. E está localizado a 700m do centro da cidade, ás margens da BR470, próximo ao Trevo Sul.



Canoinhas


Museu da Erva-Mate
Localizado no Parque de Exposições Ouro Verde, mostra a cultura da erva-mate, desde o processo artesanal de produção até a industrialização. Terça a sexta, 9h às 12h e 13h às16h; sábado e domingo, com agendamento.
Às margens da BR-280.
Fone: (47) 3622-0609.

Museu Histórico Orty Machado
Reúne armas, objetos, utensílios domésticos, instrumentos de trabalho e fotos da Guerra do Contestado, dos colonizadores e dos índios xoclengues que habitavam a região. Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h30 às 17h30.
Rua Vidal Ramos, 632, Centro.
Fone: (47) 3622-0609.

Museu de Arte de Canoinhas (MAC)
Funciona anexo à Fundação Cultural e recebe exposições temporárias, especialmente as que reúnem trabalhos dos alunos de Artes Visuais e Design da Universidade do Contestado (UnC). Terça a sexta, 9h às 12h e 13h30 às 16h30.
Rua Vidal Ramos, 632, Centro.
Fone: (47) 3622-0609.


Concórdia


Museu Histórico Hermano Zanoni
O acervo abrange as várias etapas do desenvolvimento de Concórdia. Segunda a sexta, 8h às 11h30 e 13h30 às 17h.
Rua Abramo Eberle, 345, Centro.
Fone: (49) 3442-4645.

Memorial Attilio Fontana
Exposições artísticas, históricas e culturais, cursos, eventos educacionais e musicais. Terça a sábado, 15h às 20h.
Rua Romano Ancelmo Fontana, 675, Centro.
Fone: (49) 3444-0314
www.memorialattiliofontana.com.br 


Fraiburgo


Casa da Cultura Lydia Frey
Primeira residência em alvenaria construída na cidade, foi transformada em museu, com documentos e fotos históricas de Fraiburgo. Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h30 às 17h30; sábado, domingo e feriados, com agendamento.
Av. Arnoldo Frey, s/n, Centro.
Fone: (49) 3908-2038 / 3246-0383.

Museu do Jagunço
Documenta duas das mais importantes batalhas da Guerra do Contestado. Segunda a sexta, 8h às 12h e 13h30 às 17h30; sábado, domingo e feriados, com agendamento. Comunidade de Taquaruçu de Cima.
Acesso por estrada de terra, a 25 km do Centro.
Fone: (49) 3246-0383 / 9148-3276.


Irani


Sítio Histórico e Arqueológico do Contestado
Museu, cemitério e local de sepultamento do monge José Maria (líder dos sertanejos). Não deixe de conferir também as atrações naturais do local, como a Cachoeira do Contestado e o Cerro Agudo. Visitas guiadas. Terça a sexta, 8h às 12h e 13h30 às 16h30; sábado, 8h às 12h; domingo, 13h às 17h.
BR-153, Km 64, a 4 km do Centro.
Fone: (49) 3432-3200.

Monumento do Contestado
Erigido em concreto pelo artista plástico gaúcho Manoalvim.
Fica dentro do Sítio Histórico e Arqueológico, em frente ao museu.


Itá


Casa da Memória Camarolli
Foi remontada na nova cidade a residência de uma das primeiras famílias de Itá. Abriga objetos e fotografias dos pioneiros. Diariamente, 8h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30.
Av. Tancredo Neves, s/n, Centro.
Fone: (49) 3458-1047.

Casa da Memória Alberton
Moradia de arquitetura germânica reconstruída na nova cidade, conserva muitas das partes originais. Diariamente, 8h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30.
Praça Luís Sartoretto, 17, Centro.
Fone: (49) 3458-1047.


Itaiópolis


Monumento aos Imigrantes
Conjunto de obras representando símbolos poloneses (a águia branca e a imagem de Nossa Senhora de Monte Claro) e ucranianos (pessânka).
Rua Osmar Semmer, s/n, Centro.


Mafra


Centro Paleontológico / Museu da Terra e da Vida
Há fósseis e evidências de acontecimentos geológicos ocorridos há cerca de 300 milhões de anos. Grupos podem agendar roteiros de campo com acompanhamento. Segunda a sexta, 8h às 12h, 13h30 às 17h e 19h às 21h; sábado, 8h30 às 12h.
Av. Nereu Ramos, 1.071, anexo à Universidade do Contestado, Jardim do Moinho.
Fone: (47) 3641-5514.


Porto União


Museu Municipal Prefeito Salustiano Costa Júnior
Rico acervo herdado dos colonizadores sírios, libaneses, alemães, ucranianos, poloneses e italianos. Há também peças arqueológicas. Segunda a sexta, 9h às 11h30 e 13h30 às 17h.
Rua Prudente de Moraes, 340, Centro.
Fone: (42) 3522-0649 – Fundação Cultural.

Museu Rural Leovegildo Dalmas
Possui moinho de cereais com roda-d'água, além de fotos e documentos dos pioneiros. As visitas, guiadas pelo proprietário, devem ser agendadas. Diariamente, 8h às 12h e 14h às 18h.
SC-302, s/n,  São Miguel da Serra Interior, a 26 km do Centro.
Fone: (42) 3522-4333.

Casa Cultural Anibal Khury
A construção de 1929, conhecida pelos moradores como Castelinho, foi tombada como patrimônio histórico e abriga a Casa Cultural, que organiza exposições e eventos musicais com foco na cultura regional. Segunda a sexta, 9h às 11h30 e 13h30 às 17h.
Rua Coronel Belarmino, 435, Centro.
Fone: (42) 3523-9280.

 


Seara


Museu Entomológico Fritz Plaumann
Coleção de 80 mil exemplares de insetos de 17 mil espécies, sendo 1.500 descobertas pelo próprio Plaumann. Guarda também documentos e objetos pessoais do entomólogo. Fica em frente à casa em que ele viveu seus últimos anos, numa colina do distrito de Nova Teutônia. É necessário agendar visita. Segunda a quinta, 8h30 às 17h30; sábado, 9h às 17h.
Distrito de Nova Teutônia.
Fone: (49) 3452-1191
www.museufritzplaumann.com.br


Casa da Memória Viúva Nute
Guarda acervo com fotos e objetos da colonização alemã. Fica numa das primeiras casas construídas em Nova Teutônia, na década de 1930. Segunda a sexta, 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30.
Rua 25 de Julho, s/n, distrito de Nova Teutônia.
Fone: (49) 3452-1191.

Casa da Cultura Biágio Aurélio Paludo
Compreende a Fundação Cultural de Seara, a Casa da Cultura Biágio Aurélio Paludo, a Biblioteca Municipal e o Centro de Memória Antônio Zanuzzo. Possui acervo que conta a história da cidade e da colonização italiana e ainda oferece diversos cursos de música, dança e teatro. Diariamente, 8h às 11h30 e 13h30 às 21h.
Rua 7 de Setembro, 2, Centro.
Fone: (49) 3452-4065.

 


Treze Tílias


Museu da Imigração Austríaca
Antiga residência de Andreas Thaler (ex-ministro austríaco que liderou o grupo de imigrantes fundadores de Treze Tílias), preserva objetos, fotografias e documentos sobre a colonização da cidade. Foi construída em 1937. Segunda, quarta, quinta, sexta e sábado, 8h às 12h e 13h30 às 17h30.
Rua Dr. Basílio Celestino de Oliveira, s/n, Centro.
Fone: (49) 3537-0997.


Vargeão


Museu Cônego Willibaldo Grunvald
Guarda objetos litúrgicos e pessoais do cônego Willibaldo, religioso alemão que viveu em Vargeão por quase 40 anos. Temporariamente fechado. Localizado ao lado da Igreja Matriz São Paulo Apóstolo.
Av. 21 de Abril, s/n, Centro.
Fone: (49) 3434-0148 – Prefeitura.

Museu do Imigrante
Preserva fotos, objetos e utensílios domésticos e cotidianos das famílias dos pioneiros desbravadores. Temporariamente fechado.
Av. 21 de Abril, 864, Centro.
Fone: (49) 3434-0148 – Prefeitura.


Videira


Museu do Vinho Mário de Pellegrin
Construído em 1931, seu acervo remete à colonização italiana e à trajetória da uva e do vinho no município. Possui equipamentos utilizados pelos primeiros fabricantes da bebida. Terça a sexta, 8h30 às 12h e 13h30 às 18h; sábado e domingo, 13h às 18h.
Rua Padre Anchieta, 344, Matriz.
Fone: (49) 3566-6133
www.museudovinho.blogspot.com

Espaço VIP Perdigão
Possui acervo permanente sobre a história da Perdigão, uma das maiores empresas agroindustriais do país, fundada na cidade em 1934. Recebe também eventos culturais. Segunda a sexta, 8h30 às 11h30 e 14h às 17h.
Rua Saul Brandalise, 39, Centro.
Fone: (49) 3533-9442.

 


Grande Oeste

Chapecó


Monumento O Desbravador/Memorial Paulo de Siqueira
A obra é o cartão de visitas de Chapecó. A estátua de 14 m de altura, em homenagem ao colonizador gaúcho, foi criada pelo artista plástico Paulo de Siqueira, que também produziu as pinturas e esculturas que fazem parte do Memorial, na base do monumento.
Av. Getúlio Vargas, nº17, Centro.
Fone:(49) 3321-8593.

Museu de História e Arte de Chapecó (MHAC)/ Museu Municipal Antônio Selistre de Campos
Agrupam acervo arqueológico e etnológico das tribos Kaingangue e Guarani, bem como registros fotográficos de momentos históricos de Chapecó. Ambos estão sediados no prédio da Prefeitura, construído em 1940 e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Av. Getúlio Vargas, 17 N, Centro.
Fone:(49) 3321-8593.

Museu da Cultura Italiana
espaço conserva parte da história da imigração italiana, com cerca de 300 peças, na maioria instrumentos de trabalho na agricultura, utilizadas pelos moradores no início do século XX.
Visitas devem ser agendadas .
Fone: 49 3328 0166 ou 9962 8088 com Mari.

Museu Tropeiro Velho

Guarda peças e utensílios domésticos dos antigos moradores da cidade e, principalmente, dos tropeiros que passaram pela região. Tem área para lazer e camping.
Propriedade da Família Fonseca, a 15 km do Centro. Linha Boa Vista.
Fone: (49) 9107-5210.

Museu da Colonização de Chapecó
É um espaço museal de significativa importância, pois resgata, preserva e salvaguarda o processo de colonização de Chapecó, a história de seus agentes desbravadores e visionários, assim como seus saberes e fazeres que, em tão pouco tempo, transformam o município de Chapecó, numa referencia de progresso e desenvolvimento.
O Museu da Colonização é um espaço de memórias, de relacionamentos e de interação.
Localizado junto ao Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves - Pq. da Efapi
Informações - 3319-1010/ 3321-8593.

 


Caminhos da Fronteira

Dionísio Cerqueira


Marco das Três Fronteiras
Local de relevância política, cultural e religiosa, onde podem ser encontradas as imagens de Nossa Senhora Aparecida (padroeira do Brasil) e da Virgem de Luján (padroeira da Argentina) - cada uma voltada em direção ao seu país de origem. Brasileiros e argentinos de toda a região participam das missas que são realizadas no local todas as sextas-feiras. A poucos metros localiza-se o Memorial da Fronteira.
Av. Internacional, s/n, Centro.


Guaraciaba


Museu Histórico Prof. Edvino Carlos Hölscher

Preserva artefatos dos indígenas que habitaram a região, além de objetos, fotos e utensílios que contam a história da colonização e do desenvolvimento do município, totalizando mais de 7 mil peças. Segunda a sexta, 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30.
Linha Olímpio, s/n (a 10 km do Centro).
Fone: (49) 3645-0159.


Itapiranga


Museu Comunitário Almiro Theobaldo Müller
Preserva vestígios de sambaquis, objetos de cerâmica, de pedra lascada e de pedra polida. A presença humana na região há cerca de 8.600 anos foi comprovada por escavações nas barrancas do Rio Uruguai, que revelaram a presença de carvão vegetal, cujas amostras foram submetidas a testes de carbono em museus dos Estados Unidos e da França, confirmando a validade das peças encontradas. Segunda a sexta, 7h30 às 11h30 e 13h às 17h; sábado e domingo, somente com agendamento.
SC-472, s/n, Jardim Bela Vista.
Fone: (49) 3677-0423.


São Miguel do Oeste


Museu Histórico Ruy Arcádio Luchesi
Preserva fotos e objetos que contam a história da colonização do município. No Centro Municipal Cultural Olímpio Dal Magro, onde está instalado, também funcionam a Secretaria de Cultura, Lazer e Turismo e a Biblioteca Pública. Segunda a sexta, 8h às 11h45 e 13h30 às 17h45.
Rua 7 de Setembro, 2.045, Centro.
Fone: (49) 3621-1879.


Caminhos do Alto Vale

Ibirama


HANSAHOEHE
museu hansahoehe
De arquitetura imponente, fica no alto de uma colina com vista privilegiada do centro de Ibirama.  O médico alemão Friedrich Kroener  construiu o prédio, em 1934, para ser hospital da cidade. 10 anos depois reinaugurado e recebeu de volta o seu nome original “HANSAHOEHE”. Até hoje ele abriga o Museu Municipal, Teatro, Grupo Folclórico, Secretária da Cultura, várias clínicas médicas. E ainda possui o antigo Salão de  Festas .  Na época de Natal, sua iluminação é um espetáculo à parte. De cima do morro, possibilita uma ampla vista do centro de Ibirama,  cortada pelo rio Hercílio.
Aberto das 8h:00min as 12h:00min e 13h:30min as 17h:30min (Segunda a Sexta)
Agendamento para visitas ao museu pelo fone (47) 3357-4442


Museu Colonial e Recanto Ecológico Família Águida
Museu águida
Há pouco mais de 2km da BR 470, no município de Ibirama, o Museu Colonial e Recanto Ecológico Família Águida é um reduto histórico dos costumes e da cultura dos colonizadores da região. O local foi construído pelas mãos do Sr. Antônio e da Sra. Anna e oferece aos visitantes produtos coloniais, artesanato, brinquedos e miniaturas, trilhas para caminhadas e café colonial.
Endereço: Estrada Geral, s/n – Ribeirão do Salto – Ibirama - SC
Contato: Antônio Águida – 88113263 (Agendamento)


Atafona Carlos Hajek
foto_familia_hajack
Atafona, Descascador de Arroz e Marcenaria tocados com a Roda d´água, com polias e correias. No local os visitantes podem conhecer como a população vivia sem energia elétrica e como era a vida na comunidade na época. A Atafona Hajek pode receber até 40 pessoas por visita preço de R$ 5,00 por pessoa. A propriedade leva o turista a uma visita ao passado e mostra um pouco da cultura e do trabalho dos colonizadores.
Instalações antigas para visitação.
Endereço: Estrada Geral, s/n – Rio Sellin – Ibirama - SC
Contato: Manfredo Hajek – Agendamento pelo Fone: (47) 9981-4320 ou 9285-0890


Rio do Sul


Fundação Cultural - Tiago Amado 2
Fundação Cultural de Rio do Sul
Promover a arte e a cultura em todos os níveis e para os mais diversificados públicos é o objetivo principal da Fundação Cultural de Rio do Sul (FCRS). A instituição é o órgão do poder público municipal que planeja, desenvolve, fomenta e orienta as atividades culturais na cidade, localizada no Alto Vale do Itajaí, em Santa Catarina.
A FCRS atua com a oferta de cursos, a promoção de eventos, além da articulação de ações, artistas, agentes e produtores culturais. A estrutura abrange os departamentos: Artes Cênicas, Artes Visuais, Música, Arquivo Público Histórico, Biblioteca Pública Municipal, Galeria de Artes, Museu Histórico Cultural e Museu de Arte de Rio do Sul. A instituição mantém também as Estações Culturais dos bairros Barra do Trombudo, Bela Aliança e Santa Rita como forma de descentralizar a ofertas de cursos e serviços.
A sede da FCRS é denominada Centro Cultural Prefeito Nodgi Eneas Pellizzetti, uma das maiores estruturas públicas municipais destinadas à cultura em Santa Catarina. É um prédio que possui uma arquitetura peculiar e um grande valor histórico; por isso, é tombado como Patrimônio Histórico.


Galeria de Arte Arno Georg - Foto Tiago Amado
Galeria de Arte Arno Georg
A Fundação Cultural possui um espaço para exposições e mostras de obras e intervenções artísticas, a Galeria de Arte Arno Georg. O espaço fica na sede da Fundação, no bairro Budag, e atende tanto as produções dos alunos e professores, como exposições de artistas e entidades externas.


estação Cultural da Barra do Trombudo - Foto Tiago Amado
Estações Culturais nos bairros Barra do Trombudo, Bela Aliança e Santa Rita
A Fundação Cultural de Rio do Sul mantém as Estações Culturais nos bairros Barra do Trombudo, Bela Aliança e Santa Rita, onde são ministrados cursos gratuitos nas áreas de dança, teatro, música, pintura, artesanato e outros. As estações dispõem de estrutura, materiais didáticos e professores capacitados para atender as demandas locais.


Museu Histórico Cultural de Rio do Sul Victor Lucas - Foto Tiago Amado
Museu Histórico Cultural de Rio do Sul Victor Lucas
O museu tem o objetivo de coletar, armazenar, catalogar, classificar, avaliar e conservar peças e documentos de valor histórico-cultural de Rio do Sul e do Alto Vale do Itajaí. Faz parte da Fundação Cultural de Rio do Sul e desenvolve ações de preservação e de difusão do conhecimento histórico e do significado do acervo exposto. Atende toda a comunidade, com atenção especial aos estudantes.
O museu é sempre composto por exposições, destacando-se a Indígena, Estrada de Ferro, Cotidiano do Imigrante, Famílias, Fotografias e Meios de Comunicação. Está aberto a visitas, que podem ser guiadas, a partir de agendamento prévio, e têm como objetivo cativar a imaginação e a curiosidade do público, aprofundando o significado do acervo local e regional.


E
Espaço Cultural Moysés Boni
O “Teatro Embaixo da Ponte”, denominado oficialmente Espaço Cultural Moysés Boni, é um local pitoresco, original e bastante simbólico, instalado embaixo da Ponte Curt Hering, no Parque Universitário Unidavi, no centro da cidade. Possui capacidade para cerca de 200 pessoas, arquibancada, almofadas e cadeiras, toldos retráteis que permitem o fechamento lateral e o escurecimento total do ambeinte mesmo durante o dia. Além de possuir uma excelente acústica, também está equipado com iluminação, sonorização e camarins.


Palco Titio Karam - Foto Tiago Amado
Palco Titio Karam
O Palco Titio Karam também está localizado embaixo da Ponte Curt Hering, no Parque Universitário Unidavi, no centro da cidade. O espaço possui uma estrutura para sediar apresentações artísticas e culturais e uma grande área aberta para o público que pode receber cerca de 3 mil de pessoas, além de uma área frontal plana onde também podem ser disponibilizadas cadeiras. O clima do local é muito agradável, já que ele está rodeado por árvores e fica em uma das margens do rio Itajaí do Sul.


Museu da Madeira - Pablo Albino
Museu da Madeira
O museu tem como missão preservar e difundir a memória do ciclo de exploração da madeira que teve um importante papel na história econômica, do desenvolvimento e da colonização do Alto, Médio e Baixo Vale do Itajaí. O objetivo é estimular o visitante a refletir sobre os valores culturais, considerando os fatos históricos, políticos, econômicos e socioculturais da região. Instalado no Parque Universitário Unidavi, no centro da cidade, o museu possui uma serraria movida à roda d’água e um acervo com equipamentos, acessórios e exemplares de madeiras, além de uma vista privilegiada para os rios Itajaí do Sul e Itajaí-Açu.


Salete


Museu Dona Emilia  (8)


Museu Dona Emília
O Museu Dona Emília fica situado na comunidade São Luiz, município de Salete/SC, às margens da Rodovia SC 114 Prefeito Affonso Rohden, e resgata um pouco da história de colonização do município, sua cultura e a luta dos desbravadores do Alto Vale.


''Povo sem memória é povo sem história. ''
Máquinas de costura, ferros de passar roupa, cangas, balanças, artigos de ferraria, de caça, de construção civil, da agricultura, da odontologia, da igreja, artesanatos, coleção de moedas, chaveiros… São tantas antiguidades que é difícil lembrar de muitas, já que todas é impossível. O Museu Dona Emília, localizado na comunidade de São Luiz, logo depois do portal de Salete, do lado esquerdo, é mantido pela família Tamanini, entre eles o proprietário do local e da ideia, Bruno e sua esposa Dilma. Dona Emília é a matriarca da família de Raimundo Taminini, com quem teve 13 filhos. E, em 10 de outubro de 2010, foi homenageada por eles, através do museu que todos ajudaram a criar. “Eu comecei a me interessar por peças antigas há mais de 30 anos, foi quando comecei a pegar as minhas primeiras peças. Algum tempo depois, tentei convencer o poder público de fazermos um museu municipal, a ideia não foi em frente, e por isso, com a ajuda dos meus irmãos nós decidimos montar aqui mesmo e dar o nome da nossa mãe”, relembra Bruno, hoje aos 72 anos. Algumas peças foram/são mesmo da família, mas muitas são doações de amigos e visitantes que conheceram o local e ajudam a construir o museu e preservar a história. “Todo mundo ajuda a construir um pouquinho, é a nossa família que mantém, mas as pessoas têm ajudado muito. Como não cobramos a visita, também não podemos gastar com compra de objetos, alguma coisa a gente acaba comprando, mas muito pouco”, explicou o idealizador. Das mais de 500 peças que estão em exposição hoje, mais de 300 já estão catalogadas e com um pequeno histórico que facilita para os visitantes saber mais sobre ela. Esse trabalho é feito por um dos irmãos de Bruno, o Juliano, morador de Maringá/PR e que reúne as informações do doador da peça com pesquisas na internet para montar o histórico. “Toda a irmandande ajuda de alguma maneira, queremos catalogar tudinho, sabemos que isso é bastante importante, e aos poucos estamos fazendo”. Muitas peças que chegam até o museu precisam de algum tipo de restauro ou manutenção, e esse trabalho também é feito pela família, o próprio Bruno tem uma pequena ferraria em casa onde conserta o que pode.


Um pouquinho de história
Já na entrada no Museu Dona Emília estão algumas pedras que, de acordo com Bruno, têm milhões de anos. “Essa aqui é de milhões de anos atrás quando aqui era mar, essa pedra achamos aqui na localidade de Santo Antônio quando um vizinho foi abrir uma arrozeira. A pedra tem marcas de conchas, e até conchas cravadas nela”. De fato foi isso que conseguimos visualizar, as marcas de um lado da pedra são bastante claras, assim como as conchas em si do outro lado. No espaço indígena, além de artesanatos de várias tribos, é possível conhecer os utensílios usados pelos índios na hora da caça, uma lança que segundo Bruno era utilizada para matar as onças e o tradicional machado de pedra. A curiosidade nesta área do museu, é que muitas peças foram “roubadas” por visitantes, alunos que não entenderam o significado do museu. “A gente coloca placa que não pode mexer, mas às vezes não escutam, agora coloquei essa tela para tentar diminuir isso”. Algumas das peças em exposição ainda funcionam, como é o caso de uma máquina de costura. Outras lembram história, como é o caso de um baú que foi a primeira mala da irmã de Bruno. “Por muitos anos a minha cunhada só tinha esse baú para levar as roupas para o convento, só depois de anos que ela ganhou uma mala de verdade. Esse baú tem mais de 70 anos”, contou Dilma. Utensílios usados na agricultura, nas ferrarias, no cotidiano das pessoas há muitos anos remetem a lembranças, e Bruno conta como tudo funcionava, tanto para laçar um boi em local acidentado, como para fazer assoalhos com peças de encaixe, ou aquelas capas de dente de ouro, tão tradicionais em algumas gerações. “Nem sempre tivemos a tecnologia a nosso favor, muito era feito com muito arroz e feijão (braços) e muita dedicação”. Entre as peças mais antigas do Museu Dona Emília está uma armadilha para animais de 1875, e um tipo de macaco mecânico de 1881. Além de uma lousa escolar, que as crianças levavam para escola antes mesmo do caderno.


Dedicação e fé
Quem chega na propriedade de Bruno e Dima Tamanini já percebe, mesmo antes de entrar, que a natureza está presente e com muita vontade. Através de um portão que tem pintada a bandeira do Brasil e de um portal inscrito em madeira o nome do museu, você inicia a viagem no tempo e na fé. Além do Museu Dona Emília, Bruno iniciou em julho a construção de uma via-sacra, o trajeto seguido por Jesus Cristo carregando a cruz. “Tinha um espaço que já estava preparando para fazer uma gruta de Nossa Senhora Perpétuo Socorro, de quem minha mãe era muito devota, quando o hermano Papa Francisco veio ao Brasil, tive a ideia então de fazer algo mais, e construí a via-sacra”, descreveu Bruno. Em uma trilha curta em meio a natureza, é possível passar pelas 14 tradicionais estações da Paixão de Cristo, até chegar a 15ª estação que o momento da ressurreição de Jesus. Bruno cuidou de cada detalhe, pregou uma ripa de madeira com uma casinha na ponta, lá além da imagem de Jesus, também a descrição da estação e uma mensagem de reflexão. Embaixo no pé da estação uma muda de antúrio foi plantada. Ao fim da via-sacra, passa-se pelo local que possui a imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, e um pouco mais a frente uma pequena casinha que, segundo Bruno e Dilma, é para reflexão, para orações, ou simplesmente para descansar. Muitos visitantes já passaram pelo Museu Dona Emília e seu livro de registros conta com mais de quatro mil assinaturas. O Museu está aberto todos os dias, a entrada é livre (sem custos), mas sempre é interessante que se façam agendamentos pelo telefone (47) 35630271 ou (47) 96059147, ou ainda pelo e-mail museudonaemilia@gmail.com



Caminho dos Cânyons

Jacinto Machado



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Museu Histórico Municipal
Preserva utensílios e ferramentas dos pioneiros e possui artefatos arqueológicos que comprovam a presença humana na região entre 400 e 1.000 anos atrás. O Museu Municipal de Jacinto Machado retrata a história do município desde o período pré-colonial. A apresentação do museu é sequenciada cronologicamente em núcleos, iniciando com a arqueologia, com peças fabricadas pelos povos pré-coloniais (Xokleng), encontradas no município. Depois vêm os outros núcleos que retratam a saga dos colonizadores até os dias atuais. Cada Núcleo é composto por peças e painéis com textos, fotos, gravuras e ambientes. Segunda a sexta, 7h:30min às 17h:30min. Está situado no Centro de Educação e Cultura. Praça Capitão Jorge Tramontin, Centro. Fone: (48) 3535-1732



Vale das Águas

Maravilha


Museu Municipal Padre Fernando Nagel
Preserva documentos e objetos que contam a história da companhia colonizadora Sul Brasil, bem como peças fabricadas pelos índios que viviam na região, equipamentos agrícolas, utensílios domésticos, máquinas antigas e também mostras da fauna e da flora locais. O prédio onde está localizado o museu também possui valor histórico para a cidade (sediou o primeiro banco de Maravilha). Segunda a sexta, 8h30 às 11h30 e 13h às 19h. Agendar visita.
Av. Araucária, 625, Centro.
Fone: (49) 3664-1215.


Mondaí


Casa da Cultura
Conserva fotografias, documentos e objetos que contam a história da construção e do desenvolvimento da cidade, além de artefatos indígenas. Possui também salas para convenções e reuniões, salas de artes, local para ginástica e uma biblioteca. Segunda a sexta, 7h45 às 11h45 e 13h30 às 17h30.
Rua do Porto, 279, Uruguai.
Fone: (49) 3674-1144.

Mural da Praça João Arno Koeln (Praça do Porto)
Registra a história da colonização da cidade e da região. A praça onde está instalado foi o ponto de partida dos colonizadores do Oeste catarinense.
Av. Porto Feliz, s/n, Centro.


Formosa do Sul



Museu Formosa do Sul (2)Museu Formosa do Sul, inaugurado em 2016 com a missão de promover a interação da sociedade com o patrimônio cultural, com ênfase na história e memória, por meio da preservação, pesquisa e comunicação dos bens culturais sob a guarda da instituição, de forma democrática e participativa. Anexo ao Museu funciona a Casa da Cultura, que promove ações e oficinas culturais, e também a Biblioteca Pública Municipal Helio Antonio Faresin. Atendimento: Segunda, Quarta, Quinta e Sexta. Endereço: Rua Governador Ivo Silveira, 375, centro. Telefone (49) 33430002 / E-mail: museuformosadosul@gmail.com / cultura@formosa.sc.gov.br